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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Paul McCartney: Segundas-feiras sem carne para reduzir o aquecimento global

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Reduzir o aquecimento global não é apenas discutir-mos sobre a eletricidade, carvão ou usinas de energia. É também uma questão de hábitos alimentares. 

Paul McCartney, o ex-Beatle, pop star e vegetariano, acaba de lançar uma campanha para evitar o consumo de carne nas segundas-feiras.
Bovinos, suínos e ovinos criados para consumo humano são responsáveis por milhões de toneladas de metano, um gás mais potente que o dióxido de carbono, responsável pelo efeito estufa. 


(Foto do lançamento de "Meat Free Mondays" em 
Londres: Scanpix / AFP) 


Então, porque não desistir da carne uma vez por semana? 
 O ex-Beatle  Paul McCartney não tem dúvidas:


"Isso é algo que você poderia fazer para o meio ambiente", McCartney sugere em um vídeo em seu web site. 
"É uma atitude fácil de ser praticada. Você consome muito no fim de semana de qualquer maneira e todos correm para a academia para tentar livrar-se dos excessos, assim uma segunda-feira-livre de carne seria muito conveniente. " 


Menos consumo pode levar a menos animais criados, e assim as emissões de gases nocivos cairiam. 


A  segunda-feira-livre livre do consumo de carne poderia reduzir as emissões dos bovinos de 10 a 20 porcento, são as estimativas de Jan van Aken, um biólogo e defensor da agricultura para o grupo Greenpeace.
Segundo a Bloomberg, o Greenpeace estima que cada 2,2 quilos de carne ingerida representa aproximadamente o mesmo que as emissões de gases do efeito de estufa geradas ao voar 100 km (62 
milhas). 

Certamente o rebanho mantido para que possamos comer carne gera milhares de toneladas de CO2 equivalente emitidos na atmosfera provocando o aumento dos gases do efeito estufa e, sem dúvida, se a população aderir a essa campanha teremos um considerável ganho ambiental.


E você, pretende dar sua cota de contribuição ao nosso planeta aderindo a esta campanha?

Deixe-nos sua opinião a respeito ou, se preferir inclusive, diga o que poderíamos fazer, em atitudes individuais, para reduzirmos a emissão de gases do efeito estufa e assim prolongarmos a vida do planeta e a qualidade de vida das futuras gerações.


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Resto do Post

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Aquecimento Global e suas Consequências

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
Fome, doenças e seca... aquecimento global!
Magnitude do impacto dependerá do aumento das temperaturas.
Variação poderá oscilar entre 1,8 e 4 graus centígrados até 2100.

Da France Presse













Leito seco do rio Gan, próximo a Jiangxi, capital de Nanchang, na China.
Urbanização afeta um dos principais rios da região. (Foto: STR/AFP )




Fome, secas e doenças são algumas das consequências nefastas do aquecimento global se a temperatura do planeta subir demais: é o que calcula o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) em seu quarto relatório, publicado em 2007.
Segundo o grupo de especialistas da ONU, que em 2007 ganhou o Prêmio Nobel da Paz, a magnitude do impacto das mudanças climáticas dependerá do aumento das temperaturas, que de acordo com o IPCC poderão oscilar entre 1,8 e 4 graus centígrados até 2100.

AMÉRICAS
O aquecimento global potencializará a formação de ciclones e ondas de calor na América do Norte e Central, e provocará fome e a desaparição de várias espécies no Sul.
Os dois hemisférios sofrerão com a carência de água potável e o aumento do número de doenças relacionadas ao calor, às tempestades e à poluição urbana.
Na América Latina, as geleiras desaparecerão, "com toda probabilidade" até 2020, reduzindo assim a capacidade hídrica e a geração de energia em muitos países.
É provável também que aumentem a frequência e a intensidade dos furacões na região caribenha.
Até 2020, entre 7 milhões e 77 milhões de latino-americanos sofrerão com a falta d'água. O número de pessoas afetadas nesta região pode aumentar para entre 60 milhões e 150 milhões em 2100.
Um aumento da temperatura de 2 graus centígrados e a diminuição da água acumulada no subsolo pode transformar o leste da Amazônia em uma savana, assim como as zonas tropicais do centro e do sul do México.
As zonas glaciares do Alasca e do Canadá terão seu degelo acelerado, colocando em risco a sobrevivência de espécies como focas e ursos polares.

ÁFRICA
Será o continente mais afetado. Até 90% de sua população deve sofrer com a falta aguda de alimentos e água potável em 2080. Até esta data, muitas terras ficarão inutilizadas para o cultivo e entre 80 milhões e 200 milhões de pessoas entrarão para o grupo de famintos crônicos.
Pelo menos 500 milhões de africanos sofrerão com a escassez de água potável se a temperatura média da Terra aumentar em 2 graus centígrados.
Cólera, meningite e dengue se espalharão ainda mais e terão seu impacto ampliado.

ÁSIA
Entre 185 milhões e 981 milhões de asiáticos experimentarão carências hídricas até 2050, e as plantações de cereais diminuirão em algumas áreas do sul do continente em até 30%.
Até as mais modestas elevações do nível dos oceanos causarão inundações e problemas econômicos nos deltas densamente povoados, onde também aumentará a incidência do cólera e da malária.
No Himalaia, as geleiras de menos de quatro quilômetros desaparecerão por completo se a temperatura do planeta subir 3 graus centígrados.
Seu degelo causará inundações e deslizamentos de terra, quando o nível dos rios diminuir devido à ausência da água antes procedente das geleiras.

EUROPA & REGIÕES POLARES
Os países mediterrâneos enfrentarão uma redução das colheitas e mortíferas ondas de calor.
Nas regiões alpinas, o aumento da temperatura prejudicará a indústria do esqui e colocará em risco 60% das espécies vegetais e animais.
Incêndio na Grécia: países mediterrâneos enfrentarão uma redução das colheitas e mortíferas ondas de calor.


OCEANIA
Um aumento das temperaturas colocará em perigo várias espécies e ecossistemas da Austrália, Nova Zelândia e das ilhas do Pacífico, com o conseguinte impacto que isso causará na indústria turística.
Até 2030, aumentarão os problemas hídricos, e até 2050, a agricultura e as zonas florestais registrarão uma forte redução.

(Foto: ARIS MESSINIS/AFP )


ÁRTICO
Até 2100, o gelo ártico terá sofrido uma redução entre 22% e 33%. As mudanças climáticas terá um grave impacto na vida dos quatro milhões de habitantes desta área.

ANTÁRTICA
O degelo da península antártica continuará com o aumento da temperatura e a perda de gelo antárticos durante o verão pode chegar a ser total.





terça-feira, 10 de novembro de 2009

O planeta pede socorro - O Protocolo de Quioto

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
Entendendo o Protocolo de Quioto


Assinado em 1997, o protocolo visa organizar de forma global os esforços para a diminuição do impacto ambiental das emissões de gases na atmosfera.
O Protocolo de Quioto é um tratado ambiental que tem como objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) para a atmosfera e assim reduzir o aquecimento global e seus possíveis impactos. É considerado o tratado sobre meio ambiente de maior importância lançado até hoje.

Leia mais em Meio Ambiente
 

domingo, 8 de novembro de 2009

4 - O planeta pede socorro - A COP15 - 2ª parte

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COP15-Copenhague e os cinco blocos de ação

Dando continuidade ao nosso estudo/campanha sobre a COP15 iremos falar sobre os 5 grandes blocos de sustenção, ou eixos, que nortearão as principais decisões e acordos deste encontro internacional vital para a subsistência da vida na terra e do próprio planeta.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

3 - O planeta pede socorro - A COP15 - 1ª parte

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

 A COP15


A COP-15, 15ª Conferência das Partes, realizada pela UNFCCC – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, de 7 a 18 de dezembro deste ano, em Copenhague (Dinamarca), vem sendo esperada com enorme expectativa por diversos governos, ONGs, empresas e pessoas interessadas em saber como o mundo vai resolver a ameaça do aquecimento global à sobrevivência da civilização humana.




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Não é exagero. De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle.

Para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, já estamos em 387ppm e esse número cresce 2ppm por ano.

Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam.

No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver:

  1. A floresta amazônica transformada em savana; rios com menor vazão e sem peixes;
  2. Uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo;
  3. O derretimento irreversível de geleiras;
  4. O aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras;
  5. A migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e o aumento de doenças tropicais como dengue e malária.
Apesar de a UNFCCC se reunir anualmente há uma década e meia, com o propósito de encontrar soluções para as mudanças climáticas, este ano, a Conferência das Partes tem importância especial. Há dois anos, desde a COP-13 em Bali (Indonésia), espera-se que, finalmente, desta vez, tenhamos um acordo climático global com metas quantitativas para os países ricos e compromissos de redução de emissões que possam ser mensurados, reportados e verificados para os países em desenvolvimento.

A Convenção vai trabalhar com o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Isso significa que os países industrializados, que começaram a emitir mais cedo e lançam uma quantidade maior de CO2 e outros gases de efeito estufa na atmosfera em função de seu modelo de crescimento econômico, devem arcar com uma parcela maior na conta do corte de carbono. Por isso, a expectativa é de que os países ricos assumam metas de redução de 25% a 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020.

Os países em desenvolvimento, por sua vez, se comprometem a reduzir o aumento de suas emissões, fazendo um desvio na curva de crescimento do “business as usual” e optando por um modelo econômico mais verde. É isso o que fará com que Brasil, Índia e China, por exemplo, possam se desenvolver sem impactar o clima, diferentemente do que fizeram os países ricos.

Para mantermos o mínimo controle sobre as conseqüências do aquecimento global, a concentração global de carbono precisa ser estabilizada até 2017, quando deve começar a cair, chegando a ser 80% menor do que em 1990.

No próximo artigo continuaremos falando sobre a COP15, quem deverá participar e, principalmente sobre os riscos desta conferência.
Falaremos ainda sobre o Protocolo de Quioto.

Até lá.

E você, o que pensa a esse respeito?

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Veja também, outros títulos desta mesma série ou sobre o assunto:

1- O planeta pede socorro - Introdução

2- O planeta pede socorro - Alterações climáticas

Pipas desenvolvidas para geração de energia

Agência ONU aprova carregador universal de celulares

Lixo tecnológico

 

2 - O planeta pede socorro - Alterações climáticas

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
Alterações climáticas

Embora um pouco técnico, temos que observar com cuidado este texto apontando para os problemas que atravessamos em função, principalmente:
  1. Do tipo de combustível que utilizamos.
  2. Da destruição das florestas.
  3. Dos principais materiais químicos utilizados em nossos meios produtivos.
  4. Do enorme e crescente número de seres humanos e, conseqëntemente, os rebanhos, além dos métodos de plantio utilizados, necessários para alimentá-los.
O texto abaixo, muito bem produzido mostra tecnicamente, como evoluímos até esta situação de alerta máximo observe:
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"A mudança climática global, verificada no século XX e intensificada nas últimas décadas, constitui uma ameaça sobre o homem e a natureza.
As alterações climáticas (AC) podem ter causas naturais (variações lentas na luminosidade do Sol ou nos parâmetros que definem a órbita da Terra em torno do Sol) e/ou antropogenicas [1] (devido principalmente às alterações na composição da atmosfera).

A composição da atmosfera tem sido alterada pela emissão direta de gases do efeito de estufa (GEE), assim como por perturbações nas características físicas, químicas e ecológicas do sistema terrestre, embora as estimativas das emissões relacionadas com estas perturbações (nomeadamente pela queima da biomassa) sejam mais difíceis de contabilizar que as emissões directas de gases para a atmosfera.


O efeito de estufa é um processo natural, sendo responsável pela elevação da temperatura na Terra que não seria possível na ausência de GEE (se não existisse efeito de estufa, a temperatura à superfície da Terra seria em média cerca de 34ºC mais fria do que é hoje). Os GEE, presentes na atmosfera, criam uma espécie de estufa, permitindo a entrada de radiação solar mas absorvendo parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela superfície terrestre.

Os GEE são gases que absorvem e emitem radiação infravermelha. Para que a temperatura média global na troposfera [1] [2] seja relativamente estável no tempo, é necessário que haja equilíbrio entre radiação solar incidente absorvida e radiação solar irradiada sob a forma de radiação infravermelha (calor).

Este equilíbrio radiativo depende da concentração atmosférica dos GEE, entre outros factores: quando a concentração de GEE aumenta, uma maior parte da radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície da Terra e pela troposfera é absorvida pelos GEE, com consequente aumento da temperatura média da baixa troposfera, como se tem vindo a verificar no último século.

Os GEE mais importantes são o CO2 (dióxido de carbono), CH4 [3] (metano), N2O (óxido nitroso), HFCs (hidrofluorcarbonetos), PFCs (perfluorcarbonetos), SF6 (hexafluoreto de enxofre) e ozonio (troposférico). A queima de combustíveis fósseis (como o carvão e o petróleo) (responsáveis por cerca de 75% das emissões antropogênicas de CO2 para a atmosfera), fogos florestais, alterações no uso do solo, transportes e deposição em aterro são algumas das fontes antropogênicas de GEE.

As florestas, solo e oceanos representam sumidouros de carbono na medida em que permitem a sua retenção. Apenas as florestas e o solo, este último em muito menor escala, têm capacidade de trocar o carbono ativamente com a atmosfera, sendo por isso considerados os mais importantes. No entanto, a destruição das florestas naturais e a libertação de grandes quantidades de CO2 têm levado a que a fixação deste gás pelos sumidouros não seja suficiente para compensar o que é libertado, tendo-se vindo a intensificar a sua concentração na atmosfera. Desde 1750, a concentração atmosférica de CO2 aumentou 31% enquanto que a de CH4 aumentou em 151%.


A temperatura média global da atmosfera à superfície aumentou durante o século XX em 0.6ºC +/- 0.2ºC, tendo ocorrido a maior parte do aquecimento durante dois períodos: de 1910 a 1945 e de 1976 a 2000, representando a década de 1990 e o ano de 1998 a década e o ano mais quentes do século. Este aquecimento tem acompanhado a fusão de glaciares sobre os mares (tendo já provocado nos últimos 50 anos uma subida de 10 a 20 cm do NMM – nível médio do mar) e lagos. A cobertura de neve mundial regrediu 10% desde o fim dos anos 60 e a espessura do Ártico cerca de 40%.

A frequência de condições extremas no Inverno com mais tempestades e inundações nos países do Norte e períodos de seca com incêndios florestais nos países do Sul tem aumentado, tendo-se também verificado um aumento da severidade de cancros em choupos, facilitado pelo decréscimo de humidade na casca dos mesmos."

[1] Resultantes da actividade humana.
[2] Camada da atmosfera mais próxima do solo, desde os 0 aos 20 km de altitude.
[3] A gestão inadequada de resíduos da pecuária e de deposição em aterro constituem importantes fontes de emissão de CH4.



Minha conclusão particular é a de que evoluímos gananciosamente, sem o devido cuidado e, acima de tudo sem nos preocupar com o que estaria por vir; Hoje "pagamos o preço" e precisamos reverter, a qualquer custo, a situação caótica à que nos encontramos expostos.

E você, o que pensa a esse respeito?

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1- O planeta pede socorro - Introdução

Pipas desenvolvidas para geração de energia

Agência ONU aprova carregador universal de celulares

Lixo tecnológico

    quinta-feira, 5 de novembro de 2009

    1 - O planeta pede socorro - Introdução

    Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
    Introdução


    O Tec-Falante iniciará hoje a publicação de uma série de artigos, sob o título de "O planeta pede socorro", tratando de um dos mais importantes temas nos dias atuais e futuros; Trata-se da COP15 ou a 15ª Conferência das Partes que tratará fundamentalmente do novo conjunto de regras que deverão substituir as atuais, vigentes desde 2008, e válidas até 2012. Leia mais...

    Boa leitura a todos.

    quarta-feira, 4 de novembro de 2009

    Pipas desenvolvidas para geração de energia limpa

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    Kite Gen - interessante sistema de geração de energia.
    http://www.youtube.com/watch?v=QlSHH_djn94
     
    A empresa italiana Kitegen planeja utilizar a força dos ventos de uma maneira não convencional para gerar energia elétrica. Leia mais...

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    sexta-feira, 23 de outubro de 2009

    Agencia da ONU aprova carregador universal de celulares

    Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

    da BBC Brasil
    Um carregador de celulares que poderá ser usado em qualquer modelo de aparelho foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), a agência da ONU que regula o setor. Leia mais...

    domingo, 19 de julho de 2009

    Lixo tecnológico

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    Produto da própria evolução humana e sua necessidade da automação e modernização estamos diante de um verdadeiro mostro dos tempos modernos.
    Segundo dados em 2007 os brasileiros compraram 20 milhões de computadores, 11 milhões de televisores e 21,1 milhões de novos telefones celulares, estas variáveis apontam para um cenário bastante preocupante.
    Leia mais...
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